{"id":960,"date":"2025-07-08T15:44:47","date_gmt":"2025-07-08T18:44:47","guid":{"rendered":"https:\/\/silvanadeolinda.com.br\/?p=960"},"modified":"2025-07-08T16:15:40","modified_gmt":"2025-07-08T19:15:40","slug":"relatorio-da-ana-abre-novo-ciclo-para-a-politica-hidrica-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/silvanadeolinda.com.br\/index.php\/2025\/07\/08\/relatorio-da-ana-abre-novo-ciclo-para-a-politica-hidrica-no-brasil\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio da ANA abre novo ciclo para a pol\u00edtica h\u00eddrica no Brasil"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"960\" class=\"elementor elementor-960\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-3126f64d elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"3126f64d\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-152ac98c\" data-id=\"152ac98c\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-379688 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"379688\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n<p>Regula\u00e7\u00e3o h\u00eddrica e os desafios ESG<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/author\/lucas-souza\/\"><strong>Lucas Souza<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>A recente publica\u00e7\u00e3o do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/ana\/pt-br\/assuntos\/governanca-regulatoria\/agenda-regulatoria\/agendas-regulatorias\/relatorio-de-avaliacao-da-ar-2022-2024\/relatorio_final_de_execucao_ar_2022_2024_vfinal.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>relat\u00f3rio final<\/strong><\/a>\u00a0da Agenda Regulat\u00f3ria 2022\u20132024 pela Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas e Saneamento B\u00e1sico (ANA) marca o in\u00edcio de um novo ciclo para a pol\u00edtica h\u00eddrica no Brasil. Com 71% das metas executadas \u2014 o maior \u00edndice j\u00e1 registrado pela ag\u00eancia \u2014 e a consolida\u00e7\u00e3o de 29 atos normativos, o documento evidencia o amadurecimento institucional da ANA e eleva o n\u00edvel de exig\u00eancia sobre os grandes usu\u00e1rios de recursos h\u00eddricos e os prestadores de servi\u00e7os de saneamento.<\/p>\n\n<p>O relat\u00f3rio destaca eixos com impacto direto sobre o setor produtivo: regula\u00e7\u00e3o dos usos da \u00e1gua, fiscaliza\u00e7\u00e3o, estrutura tarif\u00e1ria e diretrizes para a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de abastecimento e esgotamento sanit\u00e1rio. A conclus\u00e3o de 100% das metas nos eixos de fiscaliza\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Recursos H\u00eddricos refor\u00e7a o compromisso da autarquia com uma gest\u00e3o mais eficiente, t\u00e9cnica e coordenada.<\/p>\n\n<p>Esse fortalecimento regulat\u00f3rio est\u00e1 diretamente alinhado ao previsto pelo Marco Legal do Saneamento B\u00e1sico (<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2019-2022\/2020\/lei\/l14026.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Lei n\u00ba 14.026\/2020<\/strong><\/a>), que conferiu \u00e0 ANA a compet\u00eancia de editar normas de refer\u00eancia para orientar a regula\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de \u00e1gua e esgoto. O objetivo \u00e9 promover efici\u00eancia, universaliza\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a jur\u00eddica nos contratos. At\u00e9 2033, a meta \u00e9 alcan\u00e7ar 99% da popula\u00e7\u00e3o com acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel e 90% ao tratamento de esgoto.<\/p>\n\n<p>Na pr\u00e1tica, essa regula\u00e7\u00e3o se materializa por meio de atos normativos como a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/ana\/pt-br\/legislacao\/resolucoes\/resolucoes-regulatorias\/2024\/236#:~:text=Disp%C3%B5e%20sobre%20o%20uso%20de,n%C3%A3o%20sujeitas%20a%20outorga%2C%20as\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 236\/2024<\/strong><\/a>, que atualiza os crit\u00e9rios de outorga: a n\u00ba 231\/2024, que estabelece diretrizes para fiscaliza\u00e7\u00e3o baseada em risco, proporcionalidade e reincid\u00eancia; e a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/ana\/pt-br\/legislacao\/resolucoes\/resolucoes-regulatorias\/2025\/237#:~:text=Define%20as%20diretrizes%20para%20estabelecimento,que%20lhe%20confere%20o%20art.\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>n\u00ba 237\/2025<\/strong><\/a>, voltada \u00e0 aloca\u00e7\u00e3o de \u00e1gua em sistemas com m\u00faltiplos usu\u00e1rios. No \u00e2mbito do saneamento, a ANA tamb\u00e9m publicou normas de refer\u00eancia sobre governan\u00e7a regulat\u00f3ria, matriz de riscos, reajustes tarif\u00e1rios e indicadores de efici\u00eancia.<\/p>\n\n<p><strong>Melhoria dos servi\u00e7os de saneamento<\/strong><\/p>\n\n<p>Essas medidas t\u00eam potencial para melhorar a qualidade e a disponibilidade dos servi\u00e7os de saneamento, mas tamb\u00e9m exigem uma nova postura por parte do setor privado. A era da gest\u00e3o reativa ficou para tr\u00e1s. A l\u00f3gica regulat\u00f3ria atual demanda rastreabilidade, auditoria e conformidade em tempo real. Empresas que operam concess\u00f5es ou dependem intensamente da \u00e1gua precisam estruturar controles, investir em tecnologia e revisar processos.<\/p>\n\n<p>De fato, a transforma\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 em curso. O mercado de solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas para gest\u00e3o h\u00eddrica cresceu 22% em 2023, movimentando R$ 2,3 bilh\u00f5es,\u00a0<a href=\"https:\/\/abconsindcon.com.br\/saneamento-tem-investimento-recorde-de-r-29-bilhoes-em-2023\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>segundo a Associa\u00e7\u00e3o e Sindicato Nacional das Concession\u00e1rias Privadas de Servi\u00e7os P\u00fablicos de \u00c1gua e Esgoto (Abcon Sindcon<\/strong><\/a>). Grandes operadoras de saneamento, como BRK Ambiental e Aegea, t\u00eam investido em digitaliza\u00e7\u00e3o, sensores e sistemas integrados de monitoramento. No agroneg\u00f3cio, que responde por cerca de\u00a0<a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/setor-agricola-utiliza-metade-da-agua-consumida-no-brasil\/#:~:text=O%20setor%20que%20mais%20consome,de%20Recursos%20H%C3%ADdricos%20da%20ANA.\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>50,5%<\/strong><\/a>\u00a0do consumo de \u00e1gua no pa\u00eds, empresas como Ambev e JBS t\u00eam implementado projetos de re\u00faso, capta\u00e7\u00e3o eficiente e redu\u00e7\u00e3o de perdas.<\/p>\n\n<p>A complexidade e a fragmenta\u00e7\u00e3o do ambiente regulat\u00f3rio brasileiro imp\u00f5em desafios significativos \u00e0s empresas com alto consumo de \u00e1gua, dificultando a opera\u00e7\u00e3o eficiente e a realiza\u00e7\u00e3o de investimentos em gest\u00e3o h\u00eddrica.<\/p>\n\n<p>O compliance h\u00eddrico est\u00e1 se tornando n\u00e3o apenas uma obriga\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria, mas uma pr\u00e1tica estrat\u00e9gica. Dados recentes da Abcon Sindcon mostram que o custo da inefici\u00eancia pode ser alto.\u00a0<a href=\"https:\/\/www.terra.com.br\/planeta\/sustentabilidade\/negocios-sustentaveis\/concessionarias-privadas-de-saneamento-consomem-45-menos-energia%2C4c0f67368aba21004c406e3dbde042268jv9e6du.html?utm_source=chatgpt.com\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Segundo a entidade<\/strong><\/a>, concession\u00e1rias privadas consomem, em m\u00e9dia, 0,37 kWh por metro c\u00fabico de \u00e1gua produzida \u2014 um valor 44,8% inferior \u00e0 m\u00e9dia geral do setor, de 0,67 kWh\/m\u00b3. Essa diferen\u00e7a reflete os investimentos em efici\u00eancia energ\u00e9tica por parte das empresas privadas, com ganhos diretos em redu\u00e7\u00e3o de custos operacionais e impactos ambientais positivos.<\/p>\n\n<p><strong>Conflito entre diretrizes estaduais e federal<\/strong><\/p>\n\n<p>Esse \u00e9 um dos principais gargalos identificados no pr\u00f3prio relat\u00f3rio da ANA: a assimetria regulat\u00f3ria. Estados como S\u00e3o Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul mant\u00eam regras pr\u00f3prias, muitas vezes divergentes das diretrizes federais. Em paralelo, munic\u00edpios criam normativas locais que, em alguns casos, inviabilizam investimentos. Um exemplo citado \u00e9 o do Rio de Janeiro, onde uma norma municipal sobre capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua conflitou com diretrizes federais, paralisando projetos de tr\u00eas empresas por oito meses.<\/p>\n\n<p>Outro ponto cr\u00edtico \u00e9 o tempo m\u00e9dio de publica\u00e7\u00e3o de atos normativos: 628 dias \u2014 quase dois anos de espera por regras definitivas. Apesar da necessidade de consulta p\u00fablica e rigor t\u00e9cnico, esse ritmo compromete a previsibilidade e a capacidade de planejamento das empresas. Para que a regula\u00e7\u00e3o seja um vetor de confian\u00e7a e estabilidade, ela precisa ser n\u00e3o apenas robusta, mas tamb\u00e9m \u00e1gil.<\/p>\n\n<p>A resposta a esses desafios passa por tr\u00eas frentes. A primeira \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de um conselho federativo permanente, com participa\u00e7\u00e3o dos estados e munic\u00edpios, para promover a uniformiza\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria. A segunda \u00e9 a acelera\u00e7\u00e3o dos processos normativos dentro da ANA, com metas claras de tramita\u00e7\u00e3o. E a terceira \u00e9 a introdu\u00e7\u00e3o de incentivos econ\u00f4micos para quem investe em efici\u00eancia \u2014 como descontos em outorgas para projetos de re\u00faso ou b\u00f4nus tarif\u00e1rios para redu\u00e7\u00e3o de perdas.<\/p>\n\n<p><strong>Ativo estrat\u00e9gico<\/strong><\/p>\n\n<p>A experi\u00eancia do setor hospitalar ilustra de forma clara como a gest\u00e3o eficiente da \u00e1gua e da energia impacta diretamente a sustentabilidade operacional. Segundo o relat\u00f3rio\u00a0<a href=\"https:\/\/www.anahp.com.br\/pdf\/ESG_nos_hospitais_Anahp.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>ESG nos Hospitais Anahp: Resultados e Boas Pr\u00e1ticas<\/em><\/strong><\/a>, o consumo m\u00e9dio de \u00e1gua nos hospitais associados \u00e0 entidade chegou a 0,96 m\u00b3 por paciente-dia em 2020 \u2014 o equivalente a 960 litros \u2014, evidenciando a magnitude do uso h\u00eddrico no ambiente hospitalar. Parte significativa desse consumo, cerca de 35%, est\u00e1 concentrada em lavanderias, sistemas de refrigera\u00e7\u00e3o e processos de esteriliza\u00e7\u00e3o. Empresas e institui\u00e7\u00f5es que monitoram esses insumos em tempo real, com tecnologia adequada, n\u00e3o apenas reduzem custos, mas tamb\u00e9m se posicionam de forma estrat\u00e9gica frente \u00e0s novas exig\u00eancias regulat\u00f3rias e \u00e0s expectativas da sociedade.<\/p>\n\n<p>Nesse contexto, o setor privado precisa abandonar a l\u00f3gica da adequa\u00e7\u00e3o pontual e assumir o protagonismo. A ANA avan\u00e7ou de forma importante ao estruturar uma agenda t\u00e9cnica, transparente e ambiciosa. Agora, cabe \u00e0s empresas responderem com governan\u00e7a, dados, investimento e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p>A \u00e1gua \u00e9 um ativo estrat\u00e9gico \u2014 para a produ\u00e7\u00e3o, para a reputa\u00e7\u00e3o e para a resili\u00eancia dos neg\u00f3cios. O futuro da gest\u00e3o h\u00eddrica no Brasil ser\u00e1 regulado. E quem liderar essa transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas se adaptar\u00e1 \u00e0s novas regras, mas colher\u00e1 vantagens competitivas duradouras.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/author\/lucas-souza\/\"><strong>Lucas Souza<\/strong><\/a> \u00e9 CEO da We Save, empresa especializada em solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis de consumo e gest\u00e3o de \u00e1gua e energia.<\/li>\n<\/ul>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"200\" class=\"wp-image-911\" style=\"width: 419px; height: auto;\" src=\"https:\/\/silvanadeolinda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Consultor_Juridico.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/silvanadeolinda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Consultor_Juridico.png 600w, https:\/\/silvanadeolinda.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Consultor_Juridico-300x100.png 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n<p>Artigo publicado na <a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-jul-07\/regulacao-hidrica-e-os-desafios-esg\/\">Revista Eletr\u00f4nica Consultor Jur\u00eddico<\/a> em 07\/07\/2025<\/p>\n\n<p>\u00a0<\/p>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Regula\u00e7\u00e3o h\u00eddrica e os desafios ESG A recente publica\u00e7\u00e3o do\u00a0relat\u00f3rio final\u00a0da Agenda Regulat\u00f3ria 2022\u20132024 pela Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas e 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