{"id":1469,"date":"2026-05-12T19:12:58","date_gmt":"2026-05-12T22:12:58","guid":{"rendered":"https:\/\/silvanadeolinda.com.br\/?p=1469"},"modified":"2026-05-12T20:08:42","modified_gmt":"2026-05-12T23:08:42","slug":"quando-falar-demais-vira-processo-o-que-o-caso-azevedo-travassos-ensina-sobre-comunicacao-corporativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/silvanadeolinda.com.br\/index.php\/2026\/05\/12\/quando-falar-demais-vira-processo-o-que-o-caso-azevedo-travassos-ensina-sobre-comunicacao-corporativa\/","title":{"rendered":"Quando conceder entrevista vira processo: o que o caso Azevedo &amp; Travassos ensina sobre comunica\u00e7\u00e3o corporativa"},"content":{"rendered":"\n<p><em>A CVM abriu processo sancionador contra executivos da empresa por informa\u00e7\u00f5es divulgadas em entrevista.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O caso \u00e9 um alerta direto para CEOs, diretores e todos que se comunicam publicamente em nome de companhias abertas \u2014 e tamb\u00e9m para advogados que analisam casos concretos na imprensa.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Uma entrevista concedida em mar\u00e7o de 2024 colocou o CEO e o diretor de rela\u00e7\u00f5es com investidores da Azevedo &amp; Travassos no centro de um processo da Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM). A informa\u00e7\u00e3o foi revelada pelo jornalista Rennan Setti, na coluna <a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/blogs\/capital\/post\/2026\/05\/ceo-da-azevedo-and-travassos-no-alvo-da-cvm.ghtml\" title=\"\">Capital<\/a>, do jornal O Globo<strong>.<\/strong> A raz\u00e3o n\u00e3o foi uma declara\u00e7\u00e3o falsa, uma informa\u00e7\u00e3o distorcida ou uma tentativa deliberada de manipular o mercado. Foi, simplesmente, falar mais do que deviam \u2014 e antes do momento certo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na ocasi\u00e3o em que a empresa assinou um memorando de entendimentos para a aquisi\u00e7\u00e3o de campos de petr\u00f3leo no Rio Grande do Norte, os executivos concederam uma entrevista ao site Brazil Journal. Na conversa, compartilharam estimativas de produ\u00e7\u00e3o dos ativos, a expectativa de fechar mais nove aquisi\u00e7\u00f5es naquele ano e proje\u00e7\u00f5es de Ebitda \u2014 m\u00e9trica de gera\u00e7\u00e3o de caixa \u2014 que, na avalia\u00e7\u00e3o da \u00e1rea t\u00e9cnica da CVM, ainda n\u00e3o tinham sido comunicadas ao mercado via fato relevante.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado \u00e9 um processo sancionador: o caso saiu da fase investigativa, o termo de acusa\u00e7\u00e3o foi assinado e o julgamento est\u00e1 colocado \u2014 a menos que os acusados proponham um acordo com a autarquia.<\/p>\n\n\n\n<p>A Azevedo &amp; Travassos, procurada pela imprensa, informou que ainda n\u00e3o tinha conhecimento formal do processo e aguardaria a cita\u00e7\u00e3o oficial para se pronunciar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-21af7936b3a4d36182f4a70db4d970cd\"><strong>O que a CVM entendeu ter acontecido<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A CVM \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel por regular e fiscalizar o mercado de capitais brasileiro. Entre suas fun\u00e7\u00f5es centrais est\u00e1 garantir que todas as informa\u00e7\u00f5es relevantes sobre uma companhia aberta sejam divulgadas de forma equitativa \u2014 ou seja, que nenhum grupo de investidores tenha acesso a dados que ainda n\u00e3o foram formalmente comunicados ao mercado pelo canal adequado.<\/p>\n\n\n\n<p>A Lei das Sociedades An\u00f4nimas e a regula\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria CVM s\u00e3o claras nesse sentido: os administradores t\u00eam o dever de guardar sigilo sobre informa\u00e7\u00f5es ainda n\u00e3o divulgadas e a obriga\u00e7\u00e3o de publicar fato relevante sempre que um acontecimento puder influenciar a decis\u00e3o de compra ou venda de valores mobili\u00e1rios da empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso em quest\u00e3o, os t\u00e9cnicos da autarquia entenderam que os executivos da Azevedo &amp; Travassos anteciparam, em uma entrevista \u00e0 imprensa, informa\u00e7\u00f5es de natureza projetiva que deveriam ter seguido o rito formal de divulga\u00e7\u00e3o. Ao falarem para um jornalista antes de comunicarem ao mercado, criaram uma assimetria de informa\u00e7\u00e3o \u2014 e isso, para a CVM, configura infra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-4dbcb1d9e4fd813ce0b099db57b77a6f\"><strong>A entrevista n\u00e3o \u00e9 uma conversa informal<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esse \u00e9 o ponto central que o caso ilumina com precis\u00e3o: para o executivo de uma empresa de capital aberto, n\u00e3o existe entrevista informal.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o CEO ou qualquer diretor fala para um ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o, est\u00e1, juridicamente, representando a companhia. Cada proje\u00e7\u00e3o, cada estimativa, cada refer\u00eancia a planos futuros pode ser interpretada como divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o relevante. E se essa informa\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o foi comunicada ao mercado pelo canal adequado \u2014 o fato relevante, publicado na plataforma da CVM e no site de rela\u00e7\u00f5es com investidores da empresa \u2014, h\u00e1 risco real de infra\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse risco n\u00e3o est\u00e1 restrito a companhias listadas em bolsa. Empresas que emitem deb\u00eantures, CRIs, CRAs ou outros valores mobili\u00e1rios tamb\u00e9m est\u00e3o sujeitas \u00e0 regula\u00e7\u00e3o da CVM e \u00e0s mesmas obriga\u00e7\u00f5es de transpar\u00eancia. O universo de executivos expostos a esse tipo de situa\u00e7\u00e3o \u00e9, portanto, bem mais amplo do que muitos imaginam.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se trata de proibir o executivo de se comunicar com a imprensa \u2014 pelo contr\u00e1rio. A visibilidade p\u00fablica de uma lideran\u00e7a \u00e9 um ativo estrat\u00e9gico para a empresa e para sua reputa\u00e7\u00e3o no mercado. Trata-se de saber o que pode ser dito, quando pode ser dito e de que forma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-364730a12ae603761831353a63b6b379\"><strong>O advogado que fala para a imprensa tamb\u00e9m corre riscos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Se o caso da Azevedo &amp; Travassos exp\u00f5e os limites da comunica\u00e7\u00e3o de executivos, ele abre tamb\u00e9m uma reflex\u00e3o que o meio jur\u00eddico raramente faz sobre si mesmo: advogados que analisam processos em andamento ou comentam casos concretos repercutidos pela imprensa est\u00e3o sujeitos a riscos equivalentes \u2014 e, em alguns aspectos, ainda mais delicados.<\/p>\n\n\n\n<p>O C\u00f3digo de \u00c9tica e Disciplina da OAB \u00e9 expl\u00edcito ao tratar do tema. O advogado deve preservar o sigilo profissional, evitar declara\u00e7\u00f5es que possam prejudicar as partes envolvidas e abster-se de fazer afirma\u00e7\u00f5es que comprometam a independ\u00eancia do Judici\u00e1rio ou interfiram no andamento de processos. Na pr\u00e1tica, isso significa que comentar publicamente um caso concreto \u2014 mesmo sem ser o advogado da causa \u2014 exige uma calibragem cuidadosa entre o papel de especialista e os limites \u00e9ticos da profiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A imprensa, por sua natureza, opera com velocidade e s\u00edntese. Quando um jornalista busca um advogado para comentar uma decis\u00e3o judicial ou um processo em curso, o que ele precisa \u00e9 de uma an\u00e1lise r\u00e1pida, acess\u00edvel e, idealmente, contundente. \u00c9 exatamente nesse ponto que mora o risco: a press\u00e3o pelo coment\u00e1rio imediato pode levar o profissional a extrapolar o que \u00e9 seguro dizer.<\/p>\n\n\n\n<p>Afirma\u00e7\u00f5es sobre culpa ou inoc\u00eancia de partes ainda sob julgamento, previs\u00f5es categ\u00f3ricas sobre o desfecho de processos em curso, cr\u00edticas diretas a decis\u00f5es de magistrados identificados pelo nome ou avalia\u00e7\u00f5es que exp\u00f5em estrat\u00e9gias processuais de terceiros s\u00e3o exemplos de falas que, mesmo bem-intencionadas e tecnicamente embasadas, podem gerar representa\u00e7\u00f5es disciplinares, responsabiliza\u00e7\u00e3o civil ou danos irrepar\u00e1veis \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o do profissional.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1, ainda, uma camada adicional de complexidade quando o advogado \u00e9 parte interessada \u2014 seja como patrono de uma das partes, seja como membro de escrit\u00f3rio que assessora empresas envolvidas no caso. Nessas situa\u00e7\u00f5es, qualquer declara\u00e7\u00e3o p\u00fablica precisa ser tratada com o mesmo rigor que se aplicaria a uma pe\u00e7a processual: cada palavra tem peso, cada omiss\u00e3o pode ser interpretada, e o contexto midi\u00e1tico n\u00e3o oferece as garantias que o processo oferece.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o significa que advogados devam se calar diante da imprensa. Significa, ao contr\u00e1rio, que sua voz \u00e9 valiosa demais para ser desperdi\u00e7ada em coment\u00e1rios imprecisos ou mal posicionados. O advogado que domina a comunica\u00e7\u00e3o p\u00fablica \u2014 que sabe distinguir a an\u00e1lise t\u00e9cnica do caso concreto da reflex\u00e3o sobre o ordenamento jur\u00eddico, que entende a diferen\u00e7a entre contextualizar e expor, entre informar e influenciar \u2014 constr\u00f3i autoridade sem abrir m\u00e3o da \u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 justamente essa capacidade que uma assessoria de imprensa especializada no mercado jur\u00eddico ajuda a desenvolver. N\u00e3o para silenciar o advogado, mas para posicion\u00e1-lo com precis\u00e3o: no momento certo, com a mensagem certa, no ve\u00edculo certo \u2014 sem os riscos que uma fala descuidada, por mais bem-intencionada que seja, sempre carrega.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-1fabc081d2ee1c5e997896e73896c0bb\"><strong>Comunica\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica como parte da governan\u00e7a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O mercado jur\u00eddico compreende melhor do que ningu\u00e9m que a preven\u00e7\u00e3o vale mais do que a defesa. No campo da comunica\u00e7\u00e3o corporativa, a l\u00f3gica \u00e9 exatamente a mesma.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma assessoria de imprensa especializada em comunica\u00e7\u00e3o corporativa n\u00e3o apenas cuida da imagem p\u00fablica do executivo. Ela funciona como uma camada de prote\u00e7\u00e3o entre o que o executivo sabe e o que ele comunica \u2014 garantindo que a mensagem certa chegue ao p\u00fablico certo, no momento certo, pelo canal certo.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso inclui o treinamento para entrevistas \u2014 o chamado media training \u2014, a constru\u00e7\u00e3o de mensagens-chave alinhadas ao que j\u00e1 foi ou pode ser divulgado, e a orienta\u00e7\u00e3o sobre os limites regulat\u00f3rios que envolvem a comunica\u00e7\u00e3o de empresas que captam recursos no mercado. Inclui tamb\u00e9m o alinhamento constante entre o time de comunica\u00e7\u00e3o, o jur\u00eddico e a \u00e1rea de rela\u00e7\u00f5es com investidores, especialmente em momentos de movimenta\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica como aquisi\u00e7\u00f5es, reestrutura\u00e7\u00f5es ou divulga\u00e7\u00e3o de resultados.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso da Azevedo &amp; Travassos n\u00e3o envolve, ao que tudo indica, qualquer m\u00e1-f\u00e9. Envolve, muito provavelmente, a aus\u00eancia de um protocolo claro de comunica\u00e7\u00e3o para momentos estrat\u00e9gicos. E protocolos, por defini\u00e7\u00e3o, precisam existir antes do problema \u2014 n\u00e3o como resposta a ele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b71618b22022a02963c107857a778a4f\"><strong>O que este caso muda na sua comunica\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea \u00e9 advogado que assessora empresas de capital aberto, diretor de uma companhia listada ou executivo que fala em nome de uma organiza\u00e7\u00e3o com obriga\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias, este caso \u00e9 um convite para revisar os seus processos de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua empresa tem uma pol\u00edtica clara sobre o que pode ser divulgado em entrevistas? Seus executivos passam por prepara\u00e7\u00e3o antes de falar com a imprensa? Existe alinhamento entre comunica\u00e7\u00e3o, jur\u00eddico e RI antes de qualquer declara\u00e7\u00e3o p\u00fablica em momentos sens\u00edveis? E voc\u00ea, como advogado, tem clareza sobre onde termina a an\u00e1lise t\u00e9cnica e come\u00e7a o territ\u00f3rio de risco quando fala sobre casos concretos?<\/p>\n\n\n\n<p>Se a resposta for n\u00e3o \u2014 ou n\u00e3o sei \u2014, o risco j\u00e1 existe. Ele ainda n\u00e3o tem nome de processo. Mas pode ter.<\/p>\n\n\n\n<p>Comunica\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica n\u00e3o \u00e9 um acess\u00f3rio da gest\u00e3o corporativa. \u00c9 parte da governan\u00e7a. E governan\u00e7a, como todo advogado sabe, se constr\u00f3i antes da crise \u2014 nunca durante.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Silvana Deolinda<\/em><\/strong><em>, jornalista especializada nos campos de divulga\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica e assessoria de imprensa com experi\u00eancia na \u00e1rea empresarial, institucional e do Direito, respons\u00e1vel pela divulga\u00e7\u00e3o da imagem de diversos escrit\u00f3rios de advocacia.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A CVM abriu processo sancionador contra executivos da empresa por informa\u00e7\u00f5es divulgadas em entrevista. 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